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Curando a criança interior

“A criança que você foi ainda vive dentro de você. Curar não é apagar a história, é oferecer amor onde antes faltou.”

Quem é a sua Criança Interior? O começo de uma jornada de cura

Existe uma parte de você que talvez tenha aprendido a ficar em silêncio.

Uma parte que já sentiu medo, rejeição, solidão, vergonha ou a necessidade de ser forte cedo demais.

Uma parte que cresceu, mas nunca deixou de existir.

Chamamos essa parte de Criança Interior.

Dentro de cada um de nós vive a criança que um dia fomos — com suas alegrias, espontaneidade, sonhos e inocência, mas também com suas dores, necessidades emocionais e marcas invisíveis.

Muitas vezes, acreditamos que crescer significa deixar a infância para trás. Mas a verdade é que levamos conosco experiências que moldam a forma como enxergamos o amor, os relacionamentos, o valor pessoal e até nossa maneira de enfrentar a vida.

Talvez você já tenha se perguntado:

“Por que sinto tanto medo de rejeição?”
“Por que preciso agradar?”
“Por que me cobro tanto?”
“Por que me sinto insuficiente?”

Nem sempre essas respostas começam na vida adulta.

Às vezes, elas começam na criança que precisou se adaptar, silenciar emoções, amadurecer rápido ou aprender formas de sobreviver emocionalmente.

Todos nós temos uma criança interior para curar

Isso não significa que tivemos uma infância totalmente ruim ou pais ruins.

Significa apenas reconhecer algo muito humano:

Nossos pais também eram pessoas imperfeitas, carregando suas dores, histórias e limitações.

Ao longo da vida, absorvemos crenças, experiências e emoções que foram moldando quem somos.

Talvez aprendemos que precisávamos ser fortes.
Ou perfeitos.
Ou agradáveis.
Ou silenciosos.

E sem perceber, aquela criança continuou vivendo dentro de nós.

Ela aparece nas inseguranças, nos medos, na necessidade de aprovação, nas dores dos relacionamentos e até na dificuldade de acreditar no próprio valor.

Curar não é apagar o passado

Curar a criança interior não é reviver dores infinitamente.

Também não significa culpar pais, família ou histórias vividas.

Curar é olhar com amor.

É acolher aquilo que um dia doeu.

É oferecer para si mesmo o cuidado que talvez tenha faltado.

É aprender a dizer internamente:

“Eu vejo você.”
“Eu escuto sua dor.”
“Você não está mais sozinha.”

Um convite para começar

Hoje quero te fazer um convite simples:

Se possível, encontre uma foto sua de infância.

Olhe para essa criança.

Observe seus olhos.

E pergunte:

“Do que você precisava?”

Talvez a resposta venha em silêncio.

Talvez venha em emoção.

Talvez venha em lembranças.

Mas permita-se ouvir.

Porque toda jornada de cura começa quando paramos de fugir da nossa história e começamos a olhar para ela com amor.

✨ E talvez… a criança que você foi esteja apenas esperando que você finalmente volte para
buscá-la.


se quiser pode acompanhar pelo spotfy

Com carinho,
Fabiane Luz
🌷