Você tem medo de perder pessoas?
Sofre muito quando alguém se afasta?
Se anula nos relacionamentos?
Aceita menos do que merece para não ficar sozinha?
Talvez isso não seja carência.
Talvez exista uma dor antiga ainda pedindo acolhimento 💛
Porque, às vezes…
O medo não é exatamente de ficar sozinha.
E hoje quero caminhar com você por essa dor tão silenciosa — e tão profunda.
Quando falamos sobre abandono, muitas pessoas pensam imediatamente em perda, separação ou ausência física.
Mas a dor do abandono nem sempre nasce quando alguém vai embora.
Às vezes…
A pessoa ficou.
Mas esteve emocionalmente distante.
Fisicamente presente.
Emocionalmente ausente.
Talvez você tenha crescido sentindo:
✨ falta de acolhimento
✨ solidão emocional
✨ ausência afetiva
✨ medo de perder quem amava
✨ necessidade de amadurecer cedo demais
E, sem perceber, aquela criança começou a aprender algo muito doloroso:
Nossa…
Respira fundo nessa parte 🌷
Porque talvez você não tenha medo de ficar sozinha.
E isso muda muita coisa.
Porque não fala sobre fraqueza.
Fala sobre ferida.
A infância passa.
Mas o sistema emocional continua tentando proteger você.
E muitas vezes essa ferida aparece hoje através de comportamentos que parecem apenas “jeito de ser”.
Mas, no fundo, são tentativas de evitar dor.
Talvez hoje você:
✨ sinta ansiedade quando alguém se afasta
✨ sofra quando perceba mudança no comportamento de alguém
✨ tenha medo de rejeição
✨ aceite menos do que merece
✨ tenha dificuldade de colocar limites
✨ se anule para manter vínculos
✨ sinta medo intenso da solidão
Talvez você já tenha se perguntado:
Ou:
Talvez porque, lá no fundo…
Existe uma criança que ainda acredita que perder amor significa perder segurança.
Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes dessa jornada.
Nossa…
Respira nessa parte 💛
Talvez você tenha:
Se calado.
Engolido sentimentos.
Aceitado migalhas.
Tolerado desrespeito.
Diminuído sua própria luz.
Escondido partes importantes de quem você é.
Tudo para manter alguém por perto.
E quero te dizer algo muito importante:
Guarda isso.
Porque muitas pessoas não têm medo apenas de perder o outro.
Têm medo de reviver o vazio que sentiram um dia.
Existe um abandono que muitas vezes dói mais do que o abandono do outro.
Quando você deixa de se escutar.
Quando ignora seus limites.
Quando invalida suas dores.
Quando abandona sua verdade para preservar um vínculo.
Nossa…
Isso é profundo.
Porque às vezes a maior cura não está em impedir que alguém vá embora.
Está em aprender:
Curar o abandono não significa nunca mais sentir medo.
Significa aprender a não ser governada por ele.
Um passo importante é começar a diferenciar:
de
Pergunte a si mesma:
Essa pergunta cria consciência.
E consciência abre espaço para escolha.
Outro passo importante:
Talvez você tenha esperado a vida inteira que alguém trouxesse segurança.
Mas a cura começa quando, aos poucos, você aprende a se oferecer presença.
A se acolher.
A se escutar.
A não se abandonar.
Pegue sua foto de infância.
Olhe para essa criança.
Observe seu rosto.
Seus olhos.
Sua energia.
E pergunte:
Respira fundo.
Coloque a mão no coração.
E diga lentamente:
💛 “Você não foi esquecida.”
💛 “Você não está sozinha.”
💛 “Você não precisa implorar amor.”
💛 “Eu não vou te abandonar.”
💛 “Hoje eu fico com você.”
Porque talvez…
A cura comece exatamente aqui.
No episódio de hoje da jornada Curando a Criança Interior, aprofundamos como a dor do abandono ainda aparece na vida adulta, como ela influencia relacionamentos, medo de perda, autoabandono e ansiedade emocional.
Além disso, temos um exercício terapêutico profundo e mais uma meditação guiada de acolhimento para sua criança interior 🌷
✨ Dê o play no episódio: Quando o abandono ainda assusta – Como parar de se abandonar para alguém ficar
Com Carinho Fabiane Negrini Luz